domingo, 18 de agosto de 2013

Alice no mundo das maravilhas....


Estou atrasada, na verdade foram mais de 30 dias de observação para poder chegar aqui com mais segurança. Alice, minha quarta neta chegou! Apesar do vasto currículo de avó , a emoção da sua chegada foi indescritível. Olhei para aquele rostinho minúsculo, corpo franzino dentro dos seus dois quilos e trezentas gramas e.chorei. Agradeci a Deus por mais essa vitória na vida. Ter a oportunidade de viver o nascimento saudável de minha garotinha, ela venceu a batalha da instabilidade intrauterina. Gritou, berrou, tentou agarrar no braço da enfermeira que insistia em dar-lhe o primeiro banho. Ali ela já se apresentou à vida, uma guerreira, lutando por seu conforto e bem estar. Seu primeiro mês foi uma escola viva de maternidade e paternidade. Aos poucos seus pais vão descobrindo quais são suas necessidades e amenizando a angústia da fome, do frio, do sono. Fica fácil para Alice que mais parece o coelhinho do lindo conto de fadas ....no pais das maravilhas, o personagem que tinha hora, vivia com pressa. Assim é  ela, não gosta de esperar, quer ser atendida imediatamente nas suas necessidades. Está certa, precisa ter todas as atenções voltadas para si. Durante seu sono, suas feições apresentam um desenho perfeito. A recém nascida  parece uma boneca, tipo aqueles bonecos de bebês que nos deixam na dúvida, de tão perfeitos que são.
Tem a necessidade de se sentir acompanhada, por isso não se deixa ser abandonada no berço com facilidade, seu olhar é profundo, um olhar que intimida, que cobra. Como era de se esperar, já está uma "bolinha", deixando para trás a imagem da fragilidade mas sem perder o ar de menininha. Tenho muita sorte de poder viver minha voternidade com tantas nuances e diferenças. Alice vem fortalecer nossa família, é a prima que faltava para que junto com as outras meninas possam transformar a casa da vovó no país das maravilhas. Lugar onde rainhas e coelhos vão abrir para ela as possibilidades de crescer entendendo que sua existência fortalece  o peso do valor de família. Sei que vai estar a frente do seu tempo, marcando seu espaço e alimentando a vida dos seus pais com amor. Além de apresentar para eles uma nova visão de mundo que pode até não ser das maravilhas com noites mal dormidas e novos parâmetros de como viver com um novo olhar sobre o que é prioridade - ela. Contudo,  gera uma nova verdade e direção para suas vidas, para nossas vidas. Alice está crescendo, aprendendo a lidar com esse mundo aqui,. fora do ventre que a protegeu durante tantos meses, está crescendo ensinando a todos nós a  valorizar o que realmente precisa ser  - a importância da compreensão, da tolerância, da dedicação de amor à uma criança. Tomando seu espaço e lugar nos nossos corações. Seja bem vinda minha pequena Alice, que você possa contribuir para transformar nosso mundo, num mundo das maravilhas.







sábado, 9 de março de 2013

A Mulher e o Tempo...



Tudo bem que todos os dias deveriam ser considerados especiais para nós, mas entro no bloco e aceito todas as homenagens recebidas, sem deixar de parabenizar as mulheres que fazem parte da minha história. O dia já está acabando, quase não consegui tempo para sentar em frente à tela e escrever para nós Mulheres. Tempo?! Lembro da música "és um senhor tão bonito...tempo, tempo, tempo, vou te fazer um pedido"...esse Senhor que comanda nossas vidas, como um domínio do gênero masculino que já começa a incomodar. Penso que hoje alcançamos muitas conquistas contabilizadas como lucros e que às vezes se revertem em perdas para nós mesmas, a dupla jornada é um exemplo disso. Discutimos durante anos a evolução social e política das mulheres, a questão dos papéis, a violência doméstica, a desigualdade, com um trabalho na mídia, na escola e na sociedade em geral. Porém, ainda precisamos repensar muitas questões femininas promovendo uma desconstrução e um empoderamento de mulheres reféns da sua própria vida. Ele chega e incomoda novamente, o "tempo" de fechar meu texto. Lembro-me das mamadas de três em três horas, nós mães olhando para o relógio com a angústia de terminar as compras do mercado, antes do horário da próxima mamada. A hora do banho e do almoço para chegar com o filho na escola, não dá pra ter nem uma dor de barriga fora de hora, atrasa tudo. Filhos crescem, olhamos para o relógio durante a madrugada à espera do abrir porta, finalmente ele ou ela chega da balada. Mas não é só no papel materno que esse relógio cisma em andar independente do que eu tenho para fazer. Já marcou manicure na hora do almoço do trabalho? A profissional tem de ser boa para dar tempo. Horário da faculdade, entrar atrasada na sala é horrível, a gente se perde toda. Encontrar com namorado, marido, namorido, não importa quem, importante é chegar na hora e ter tempo disponível para estar com ele, senão a relação começa a balançar. Vivemos em constante cobrança a nós mesmas. Acabamos forçando a ação de uma Mulher Maravilha que na verdade não possui nenhum poder extra. Então se machuca tentando se desdobrar em mil, se quebra, se rompe e corrompe nos seus ideais. Abandona sonhos, lutas, desejos, abre mão porque acredita que seu tempo não é seu, é do outro. Quando de repente, temos a chance de pegar um livro e na nossa varanda, a qualquer hora da noite, ler sob os cuidados das estrelas, nos assustamos, temos esse direito? Posso realmente usufruir desse tempo só para mim, ele é meu? Claro que podemos, mais que isso, devemos! Somos seres cheias de liberdade, do livre arbítrio para fazer aquilo que nos faz bem. Tenho direito de decidir como usar o meu tempo e se ele vai ser direcionado para minhas necessidades de qualidade de vida. Compromissos, agendas, sempre irão existir, mas não podem comandar a nossa vida, só devem organiza-la. Nós, mulheres, geralmente estamos a serviço. Precisamos romper com isso, sem culpa, sem cobranças. A nossa consciência estará sempre tranquila, se a qualidade do nosso tempo estiver atendendo às nossas necessidades humanas, com certeza todos que estão à nossa volta também se sentirão melhor, o reflexo é imediato e o ciclo se fecha, tudo no seu tempo...

 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Muito prazer...Sophia



Levei algum tempo para estar aqui, na verdade quase um mês. Poderia dizer que foi o corre corre dos últimos dias mas, não vou inventar desculpas. Já escrevi para minhas netas e, de certa forma as palavras chegavam e formavam exatamente na mensagem o que eu sentia e queria passar para as pessoas. Dessa vez foi diferente. Na saída da sala de parto o pediatra gritou: avisa à avó que a cópia da Ágatha nasceu! Olhei para aquela menina e induzida pela fala tentei identificar as caracteristicas que iriam facilitar o aprendizado de lidar com ela. Ficamos no quarto, a noite foi longa - ela marcou sua chegada! Confiei no meu currículo de avó e achei que já sabia tudo. Não, me enganei...ela não é cópia, é original. Original e única com a sua pele rosada e seus cabelos castanhos, uma boca desenhada pelos anjos.  Apesar do tamanho e peso tem dedos longos contradizendo a impressão de fragilidade. Uma menina que saiu em poucos dias da sua condição de recém nascida e já apresenta-se como um bebê robusto e cheio de vida,  revelando sua força. Olhar desconfiado, olha de lado,  como se quisesse dizer - estou só te observando, descobrindo quem você é...descobrindo o que você tem de bom para me oferecer, o que você pode me ensinar sobre esse mundo que é tão grande.
Sabe exigir o que quer - fome, desconforto, dor - ela não permite que  façam parte da sua adaptação ao mundo. Tem força, se estica e abre os braços como quem vai dar um grande abraço na vida que se inicia.  Meu amor de "vó" vai sendo alimentado a cada banho. Ela sabe aproveitar o momento de conforto e prazer, a água batendo e refrescando a nossa conversa. Um gemido aqui, uma canção ali, uma batida com a perna que agora já não me dá medo  segurar. Gosto de observar o seu sono, sorri muito, fico imaginando o que está sonhando, como esse pensamento está se formando na sua mente. É um sorriso solto, gostoso, leve e verdadeiro. Linda, linda, linda...mesmo quando tenta caber nas roupas que deveriam enfeitar, mas sobra espaço. Uma menina que chegou para marcar com a sua presença a vida de todos nós, trazendo o aprendizado da partilha e provando o quanto podemos multiplicar nosso amor. Marcando seu espaço e seu lugar na sua família, completando a história das pessoas como num jogo de quebra cabeças. Era a peça que faltava para completar o tabuleiro.  Não dá mais para imaginar aquela casa sem a sua presença. Ela veio no momento certo, na hora devida para dizer a todos que a vida é isso - uma renovação surpreendente.  Agradeço a Deus pela oportunidade de estar vendo meus frutos, os verdadeiros frutos. E ela poderosa e altiva, com sua sabedoria e sensibilidade já se apresenta, já faz presença - Sophia, muito prazer em recebê-la em nossas vidas, muito prazer em ser parte da sua vida.

sábado, 29 de dezembro de 2012

A Grande Festa


 
Estamos quase prontos para a Festa! Os últimos ajustes já estão sendo dados, detalhes na decoração da mesa, roupas brancas sendo passadas tentando tirar todas as rugas que insistem em fazer parte do modelo escolhido para a noite. Bebidas na geladeira, o calor exige um cuidado especial na temperatura dos “bebes”, já os “comes” precisam ser leves e saborosos com gostinho especial de tempo. A Grande Festa está chegando criando uma expectativa de que algo muito maior vai acontecer ao tocar das doze badaladas. Como Cinderelas que esquecem seus sapatinhos corremos para o futuro pensando que o presente já virou passado. Nosso príncipe pode ser qualquer coisa, mas tem de surgir no brilho dos fogos de artifício que iluminam o céu, iluminam nossas almas. Um príncipe chamado esperança, só isso ou... tudo isso. Vivemos cada momento da nossa vida impulsionados por ela – a tal da esperança. Acordamos acreditando que nosso dia vai ser maravilhoso e, ele assim se torna, mesmo com os atropelos que interrompem nossas alegrias. Algumas pessoas enxergam somente o acidente, o pesado, o sujo, essas com certeza não conseguem um bom saldo ao entardecer, descobrem que anoiteceu porque olham para o lado de fora da janela e vislumbram a lua instalada em seu posto, apesar do parceiro sol ainda estar lá, caminhando para a sua jornada do outro lado do mundo. São escolhas que fazemos -  agradecer e confiar que tudo vai ser melhor, nessa opção o que muda é a ação. Agimos para que nossa crença se concretize, fazemos o melhor e, mesmo quando a realidade não contempla por inteiro os nossos sonhos, olhamos para os saldos e as novas possibilidades. Isso pode até ser uma forma de caminhar para o futuro vivendo o presente e aproveitando o que foi de melhor no passado. Exercício que se instala no nosso dia a dia de forma natural quando acreditamos na Festa interior. O show da virada acontece no palco do coração, comandamos nossos acordes de acordo com a melodia que desejamos que seja a nossa trilha musical. Depois de preparados para nós mesmos, estaremos preparados para as pessoas, para os abraços, para os desejos que serão energizados com positividade, criando uma força que nos permite dizer – o mundo está conspirando a favor do próprio mundo. Independente dos desejos, dos “quereres”, dos poderes. Estaremos aproveitando a Grande Festa irradiando um momento único onde todos à meia noite se concentram na esperança. Nesse minuto de troca de tempo, tornando o presente em passado e o futuro em presente, o filtro de minha alma só segura as mágoas para depois descartá-las, mas deixa passar as alegrias para ficar saboreando uma a uma bem devagarinho a cada segundo de felicidade.  Ao final da festa cada um vai decidir o que fazer com seus caminhos e expectativas que foram geradas pelo espírito de alegria. Aproveitando as mudanças, lembranças, andanças, esperanças. Afinal, tudo rima com vida, pelo menos com a minha que será rodeada de crianças. Símbolo maior de renovação e desejo de preparo da próxima Festa. Um Feliz Ano Novo a todos para que o Novo Ano seja Feliz!!!

domingo, 23 de setembro de 2012

Ser pedra ou ser vidraça

Meu espelho do banheiro quebrou, tenho que providenciar a troca mas acabo adiando, vou invadindo outros espaços na minha casa e utilizando os espelhos que encontro. Faço isso de forma mais rápida do que a habitual, tento não atrapalhar a rotina de ninguém. Acho que é uma boa desculpa para não me fixar nas marcas que estão sobressaltando no meu rosto. O tempo está passando e elas lá, gritando que não adianta ter cabeça de 30 porque a "carinha" não mente. Não me preocupo tanto assim com essas coisas de idade, nem sei porque inicio esse texto com essa referência. Entretanto, quando paro para pensar no tempo que já utilizei da minha história, que eu nem sei o tempo que terá, fico imaginando o quanto ainda quero realizar. Filhos e netas trazem novos olhares para nossa vida, perpetuam nossa história e nos dão gostinho de quero mais. Quero mais tempo para realizar as coisas que estão por vir. Quero mais tempo para olhar o rostinho da minha garotinha que está se formando no ventre de minha filha e de outros que, com certeza, também chegarão através dos outros filhos. Tempo que não é decidido por nós mas, podemos contribuir para esticar nossa estadia. Menos estresse, aborrecimentos, pedras. Isso mesmo, as pedras que interferem no nosso caminhar. Machucam e ferem nosso coração. Outro dia ouvi a expressão: "podemos ser vidraça ou pedra" - depende da situação. Muito boa a comparação! Fiquei fazendo uma avaliação das vezes que fui pedra e do quanto feri pessoas, quebrei suas vidraças e as deixei-as vulneráveis à chuva e ao vento, ou mesmo ao sol forte. Ser pedra é ser causador de danos, quebrando as vidraças expomos as pessoas e às fragilizamos, de forma covarde, agressiva e desumana. Quando quebramos vidraças não só atingimos nosso alvo como as pessoas que estão à sua volta. Todos sofrem as consequências dos cacos estilhaçados pelo chão, correm o risco de cortar os pés tentando limpar os estragos. Recolocar os vidros demanda tempo e trabalho, orçamentos e disponibilidade para fazer o concerto. Tacar pedra é fácil, rápido e muitas vezes não temos nem a noção do tanto que impomos na força do braça arremessador. O ato é instintivo, pode até ser impensado e digno de arrependimentos futuros. Irreversível! a vidraça já está estilhaçada e mesmo depois de recomposta,  a nitidez da janela pode não ser a mesma, fica a insegurança, o medo de uma nova pedrada. Por tudo isso, posso dizer que as marcas no rosto, tem me ajudado a evitar ser pedra. São muitos os prejuízos consequentes desse ato insano. O tempo não é cruel como muitos dizem e querem nos fazer crer, o tempo é o promotor de sabedoria, quando olhamos e refletimos nas lições que ele nos apresenta. Precisamos saborear e internalizar cada uma delas. Quero ser vidraça, mesmo correndo todos os riscos das pedradas. Não quero ser detentora do julgamento do certo e do errado, quero viver o que acho certo e não dar pedradas naqueles que não concordam comigo. Quero ser vidraça e receber o sol, a chuva, o vento de forma a proteger os que amo e me fazem sentir a mulher mais feliz do mundo. Quero ser vidraça limpa e transparente, mesmo que as pessoas me vejam embaçada. Pode ser que com um paninho e um pouco de boa vontade elas possam enxergar melhor as minhas idéias. Tenho que aceitar que o olhar sempre será do outro, diferente do espelho do meu banheiro onde o olhar é só meu. Eu comigo mesma, eu com minhas marcas, eu com minha história, eu com meus ideais. Eu com minhas janelas, eu com minhas vidraças. Eu com meu espelho, que preciso comprar para o meu banheiro.

domingo, 19 de agosto de 2012

A quem interessar possa...

Temos vivido tempos de conflitos ideológicos. É o período de eleições quando as pessoas se manifestam ou não sobre seus candidatos, acreditando estar no exercício da democracia. Entretanto, hoje apresentamos um perfil diferente de outras eleições, a explosão do uso das redes sociais, que bombardeiam notícias de todos os lados. Seria muito bom se a tão desejada democracia estivesse fundamentando a divulgação dessas notícias. Infelizmente não é isso que temos visto pois, as pessoas tem aproveitado para trocar farpas e agredir uns aos outros, revelando através de suas palavras digitadas num teclado solitário, um perfil antes desconhecido. Me assusto com determinadas pessoas que usam de sarcasmo, deboche e ironia para manifestar o seu querer, a sua ideologia política. Em algumas situações parece que tentam enfiar pela "goela abaixo" a sua verdade, como única e aceitável.   Tenho medo de, sem perceber, acabar seguindo pelo mesmo caminho. Por isso  tento me cuidar, mesmo acreditando na minha opção partidária.  Até porque, o convencimento daquilo que se acredita não vem só nesse momento, mas durante toda uma trajetória de trabalho e ação política - minha opção já foi feita.  Acredito em propostas que contemplem e completem meus ideais.  Essa escolha não está vinculada a comandos ou desmandos, simplesmente por ter a consciência de que meu voto precisa ser um dispositivo gerador de benefícios públicos.  Podem até dizer que estou usando de demagogia, não ligo, sei muito bem o que podemos fazer e transformar através de um trabalho coletivo e comprometido. Sei muito bem o que quero e pelo que luto. As pessoas que me conhecem também, se alguém duvida é porque não me conhece, não faz parte da minha história. Uma história que conta e contou com muitos amigos que profissionalmente se envolveram e abriram muitas possibilidades de transformação nas histórias das pessoas que atendiam. Outro dia, uma pessoa me disse de forma agressiva que minha opção política servia para atender meus interesses particulares. Engoli uma meia dúzia de palavras que poderiam transformar aquela conversa em algo não muito agradável mas, fiquei pensando naquela situação não como uma constatação negativa. Pensei nos meus "interesses", lembrando do seu significado em Latim -  “ser de importância, fazer diferença”, literalmente “estar entre”, de INTER, “entre”, mais ESSE, “ser, estar”. Não posso me chatear com a suposta acusação porque essa é minha proposta de vida - fazer a diferença para aqueles que precisam, estar entre essas pessoas que necessitam de um trabalho sério e comprometido. O mesmo "amigo" poderia dizer agora, "ah.. eu disse que era interesse particular!" e respondo a ele e a quem interessar possa que É! Eu quero e preciso  acreditar na transformação, em tudo que já conseguimos e naquilo que ainda se pode fazer, independente de posto ou cargo mas, do compromisso com a minha ação profissional, com uma filosofia política que também vai pensar e potencializar o indivíduo até ele se tornar parte do público - do grupo maior que faz girar e gerar uma cidade, uma cidade educadora, uma cidade humanizada. Fazendo a diferença com a união de nossas forças. Quem quiser a mesma coisa, é só vir comigo, quem não quiser também continuará a ser meu amigo.